sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A parabola da pedra

O distraído nela tropeçou.
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da ida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Davi com ela matou Golias.
E Michelangelo dela extraiu dela a mais bela escultura…
Em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
Não existe pedra no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento espiritual e amadurecimento.
Tenho certeza que o SENHOR irá lhe dar sabedoria para mais tarde você olhar para ela e ter orgulho da tremenda experiência que ela proporcionou em sua vida, não desperdice a oportunidade.

Um comentário:

Antonio Pereira (Apon) disse...

Caros amigos.

Venho aqui, esclarecer e solicitar as devidas correções:

Meu poema: A pedra. Circulava como de autor desconhecido ou com o nome de plagiadores. Agora aparece como de Chaplin, Renato Russo, Fernando Pessoa, sem citar a autoria...
O real autor é Antonio Pereira (Apon). Todos os esclarecimentos em:
http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html

A forma original do poema:

O distraído, nela tropeçou,
o bruto a usou como projétil,
o empreendedor, usando-a construiu,
o campônio, cansado da lida,
dela fez assento.
Para os meninos foi brinquedo,
Drummond a poetizou,
Davi matou Golias...
Por fim;
o artista concebeu a mais bela escultura.
Em todos os casos,
a diferença não era a pedra.
Mas o homem.


Conto com cada amigo leitor na divulgação desses esclarecimentos em seu Blog/Site e Redes Sociais.

Um grande abraço.

Antonio (Apon)